o autor

O autor exclusivo do MacaenseBR é Rogério P.D. Luz, natural de Macau, de nacionalidade portuguesa, filho de Álvaro Augusto Xavier da Luz e de Maria Marcelina Dias da Luz, ex-morador da Calçada do Tronco Velho nº 15 e ex-aluno do Seminário de São José e do Colégio de Santa Rosa Lima, em Macau, tendo imigrado para São Paulo/Brasil aos 17 anos de idade, em 1967, onde reside atualmente.  É casado com Mia Luz, brasileira de nascença e portuguesa naturalizada, diretora financeira da CMSP (gestão 2008-2010) e foi eleita conselheira fiscal em 2004 com o maior número de votos jamais (desde a inauguração até 2007) alcançados por outros conselheiros.

Pela Casa de Macau de São Paulo, foi diretor cultural por 2 anos na gestão de Armando Ritchie e secretário geral por 4 anos nas gestões de Júlio Branco, bem como foi eleito conselheiro consultivo por 1 gestão. 

Pelo Conselho das Comunidades Macaenses, na sua implantação, foi eleito 2º vice-presidente do Conselho Permanente, exercendo o cargo por 1 mandato. Como secretário geral participou de forma efetiva na recepção e divulgação da visita do Chefe de Executivo de Macau Edmundo Hó.  É colaborador eventual do Jornal Tribuna de Macau, contribuindo espontâneamente com artigos sobre as atividades da comunidade macaense local.  Ao longo de anos, tem feito registros fotográficos e de video das atividades da comunidade local, possuindo um enorme acervo a ser resgatado no MacaenseBR, destacando a 1a. visita do ex-Governador português Rocha Vieira a São Paulo em video histórico.

É autor também dos sites/portal Projecto Memória Macaense, dedicado a Macau e a sua gente, o Imagens DaLuz dedicado à minha paixão que é a fotografia e do blog Crónicas Macaenses com comentários mais específicos. Veja a página E-Mail/Links para visitá-los e aqui vai o convite.

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Portfólio

imagens de algumas das minhas vivências


Macau

Macau, aqui referido, foi um território português por cerca de 440 anos (para não dizer colônia) até 20/Dezembro/1999, quando ocorreu a transição pacífica para a República Popular da China, passando a denominar-se oficialmente de Região Administrativa Especial de Macau - RAEM.  É uma península e mais duas ilhas, Taipa e Coloane, localizadas no Sul da China, a 60 km de Hong Kong, entre Taiwan e Vietnam.  Aos visitantes brasileiros, não confundir com a cidade Macau do Estado do Rio Grande do Norte, e nem Macaense com os habitantes de Macaé no Estado do Rio de Janeiro.

Macaense

Numa explicação simplificada, Macaense, nos tempos dos portugueses, é atribuído à pessoa de Macau com certa mestiçagem, como português, chinês, indiano, timorense, malaio etc., ou tenham adotado o nome português (uma espécie de naturalização), que tenham estudado em escola portuguesa. Vê-se muitos casos em que há aqueles de origem totalmente chinesa, porém registrados com o nome português no nascimento e educado em escolas de língua portuguesa, que orgulhosamente se consideram macaenses.  

Embora nos dias de hoje, muitos chineses puros já se consideram como tal, especialmente quando passam a aprender a língua portuguesa, sem adotar o nome português, bem como, muitos que não são naturais de Macau, também são qualificados como tal. Exemplo daquele que os pais são de Macau, mas ele nascido em Timor, porém com vivência em Macau.

Noutros casos em que, havendo uma vivência em Macau, ou uma ligação, exemplo por casamento, a pessoa passa a integrar o que se chama de Comunidade Macaense, tal como utilizado neste site, ou até se considera Macaense.

Enfim, o que deveria ser uma explicação simplificada, acaba se complicando e o que se pode resumir aos visitantes brasileiros - "é uma confusão danada".   Sei que muitos dirão, "mas esse e outro caso também ... etc. etc.".  Concordo e estás certo!  Resumindo, seria correto dizer, se você se considera Macaense, por um motivo ou outro, seja bem-vindo! Considere-se Macaense ou integrante da Comunidade Macaense.  Nos dias de hoje, especialmente pós transição, devemos abrir a nossa mente.  Não podemos criar trincheiras e nos armarmos em defesa de certos conceitos, ou tornar a Casa de Macau como uma espécie de baluarte dos "Macaenses históricos",  muito menos partirmos com ignorância para preconceitos. Uma questão de sobrevivência e de respeito ao ser humano !!!  O MacaenseBR despreza e condena o preconceito e discriminação racial dentro da nossa comunidade macaense, bem como no mundo todo.


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